El FSC reconoce que el costo de la certificación forestal independiente, por parte de terceros, es relativamente alto para las empresas pequeñas. Además, los posibles impactos ambientales y sociales generados por las empresas pequeñas y/o manejadas con un nivel de aprovechamiento bajo son relativamente bajos. En aras de reducir el costo de la certificación de bosques pequeños y/o manejados con baja intensidad (SLIMFs), el FSC permite a las entidades de certificación el uso de procedimientos de certificación concebidos para la evaluación de estos bosques y los correspondientes informes.
The objective of this procedure is to ensure that uncontrolled material is only included by this amount in minor components of FSC-certified products when there is a clearly demonstrated need and when there are provisions in place to phase out the use of uncontrolled material and replace it by FSCcertified, controlled or reclaimed material accordingly.
Durante sua reunião de abril de 2009, o Comitê Internacional de Normas da Rede de Agricultura Sustentável (RAS) decidiu que – até o próximo processo de revisão da Norma para Agricultura Sustentável – os conteúdos da Lista RAS de Agroquímicos Proibidos somente serão modificados no caso de novas substâncias incluídas nas listas do POP (Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes) ou CPI (Convenção de Roterdã sobre Consentimento Prévio Informado). Em maio de 2009, três substâncias de uso agrícola foram adicionadas aos anexos de POP:
1. alfa HCH (alfa-hexaclorociclohexano)
2. beta HCH (beta-hexaclorociclohexano)
3. pentaclorobenzeno
Em consequência, a Lista RAS de Agroquímicos Proibidos, em sua versão de setembro de 2009, agora inclui 101 substâncias.
A Norma para Agricultura Sustentável (versão de abril de 2009, Rede de Agricultura Sustentável) proíbe o uso de vários agroquímicos – determinados por listas internacionais de referência - em propriedades agrícolas certificadas Rainforest Alliance Certified™. Se o uso destes agroquímicos é detectado durante auditorias em propriedades agrícolas certificadas Rainforest Alliance Certified™, isso leva ao cancelamento da certificação Rainforest Alliance Certified™ conforme a definição na Política de Certificação de Propriedades Agrícolas (versão de abril de 2009, Rede de Agricultura Sustentável).
Listas oficiais espécies ameaçadas MMA (Maio/2003; Maio/2004; Novembro/2005 e Setembro/2008).
Este guia foi elaborado com o intuito de auxiliar as empresas certificadas a implantar um programa de verificação de suas fontes de madeira não certificada, de acordo com os requisitos de madeira controlada definidos pelo FSC.
Este manual contém os processos e as regras para aqueles que solicitam a certificação ou que já estão certificados. A certificação segue a Norma para a Agricultura Sustentável (Fevereiro de 2008), a Norma para Grupos (Novembro de 2004) e/ou os Requisitos para a Aprovação da Cadeia de Custódia (Agosto de 2007).
Neste documento, são descritos todos os processos, os compromissos e os deveres para obter e para manter o certificado Rainforest Alliance Certified. Aplica-se, assim, aos que solicitam a certificação pela primeira vez, assim como aos que demandam os processos anuais de acompanhamento.
O objetivo da norma é mitigar os riscos ambientais e sociais causados pelas atividades agrícolas por meio de um processo que motiva a melhoria contínua, assim como fornecer uma medida de desempenho social e ambiental e boas práticas de manejo para uma propriedade agrícola. O cumprimento é avaliado através de uma auditoria liderada por organismos de inspeção autorizados que medem o nível de concordância das práticas ambientais e sociais da propriedade agrícola com os critérios da norma.
A norma está estruturada em dez princípios. Cada princípio é composto por critérios. A Norma para Agricultura Sustentável da RAS contém 94 critérios. Os critérios descrevem as boas práticas de manejo social e ambiental que são avaliadas mediante os processos de inspeção.
feito na Dobra :-)