REGISTRO DE DENÚNCIA

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As mãos que
cultivam e cuidam da terra vêm das florestas, das fazendas, das beiradas dos
rios e lagos. Não possuem classe, raça, gênero ou crença. O solo, entretanto, capaz
de provocar transformações sociais, carrega em seu íntimo uma herança
simbólica: a sua fertilidade, questão biologicamente feminina.


E, como acontece
no campo, onde trabalha para gerar mudanças nos setores florestal e agrícola, o
Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) atua para
gerar transformações nas relações de gênero no Brasil, olhando para temas como
discriminação, condições de trabalho, qualidade de vida, igualdade de
oportunidades e equidade econômica de assalariadas rurais.

Além de levar
estas discussões a mais de 117 mil pessoas, entre trabalhadores rurais,
florestais e beneficiários de projetos, e a uma área de 76 milhões de hectares
espalhados por cinco biomas (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e
Pampa), a entidade também absorve essa questão internamente.

O Imaflora acredita que discutir esse assunto é fundamental para a transformação social e cultural da sua equipe e, por isso, aborda o tema em seu código de conduta e nas reflexões sobre comportamento e condições de trabalho de homens e mulheres profissionais da organização.


Mais do que
aplicar regras ou acompanhar esse assunto a distância, a organização, como
entidade representativa da sociedade civil que é, entende que acolher essas conversas,
que emergem do campo e internamente, coloca o elemento de reflexão em constante
atualização, em um processo autocrítico que enriquece, gera conhecimento e
constrói novas interpretações para o seu significado.

Olhando para as
discussões de gênero com a participação de várias mãos, assim como as que
cuidam do campo, plantando, cuidando e colhendo, o Imaflora ajuda a construir
uma nova percepção sobre a cultura em relação à mulher e às relações de gênero
na floresta, no campo e dentro de casa. Sempre olhando para suas práticas e as ações
de chão, tirando o véu sobre o tema.

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