REGISTRO DE DENÚNCIA

POR FAVOR PREENCHA OS CAMPOS ABAIXO

COMPARTILHE

Trabalho de grupo de estudos formado por
organizações civis e governamentais norteará ações do Ministério do Meio
Ambiente (MMA) até 2020

Organizações
da sociedade civil e governamentais ligadas ao Ministério do Meio Ambiente
(MMA) participaram da revisão das estratégias e do plano de ação nacional para
a biodiversidade (EPANB), que estabelece parâmetros para o cumprimento das
metas de Aichi (2011 – 2020), um compromisso internacional assinado pelo Brasil
para a conservação da diversidade biológica no País. O resultado das discussões
foi publicado no trabalho: “O Processo Brasileiro de Construção da Estratégia e
Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade”, divulgado pelo MMA em abril.
As
discussões para revisão da EPANB começaram em 2014 e, durante dois anos, especialistas
do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), MMA,
IUCN (União
Internacional para a Conservação da Natureza), GIZ Brasil e diversas
outras organizações realizaram a coleta de insumos e mapearam as ações
colocadas em execução pelo Poder Público desde 2011. A composição coletiva para
aprofundamento de discussões originou o Painel Bio, espaço de reflexão sobre a
matriz da biodiversidade.
A
ideia é que o documento criado após as conversas sirva como referência para que
o Governo Federal atue de modo articulado e em convergência com entidades da
sociedade civil e setor privado, direcionando esforços a uma mesma direção, de
acordo com o secretário executivo adjunto do Imaflora, Roberto Palmieri.
“A EPANB
é um processo único dentro da América Latina, pois nenhum outro país conduziu
uma ação parecida, da mesma magnitude, com diversos atores e com colaborações
coletivas para as políticas públicas ambientais. O próximo passo é monitorar a
aplicação dessas ações e implementar novas colaborações que, possivelmente,
surgirem”, explica.
Um
dos desafios para a atualização do plano foi compreender todo o território brasileiro,
devido à sua complexidade socioambiental, quantidade de biomas e proporções
continentais. Sobre as discussões, Palmieri destaca que: “foi um processo que permitiu
que todas as entidades participassem e fizessem suas contribuições para definir
um plano comum para que o País avance quanto aos compromissos assumidos em
Aichi”.
A
publicação pode ser conferida aqui.
EPANB - A EPANB é um
instrumento que contribui para comunicar pautas ambientais complexas à
sociedade, contribuindo para que governo, setor privado e sociedade civil
tenham um papel ativo na construção e monitoramento de ações relacionadas às
Metas Nacionais de Biodiversidade, assim como na cobrança e desenvolvimento de
políticas públicas relacionadas ao meio ambiente.
Metas
de Aichi – As Metas de Aichi para a Biodiversidade estão
organizadas em cinco grandes objetivos estratégicos: tratar das causas
fundamentais de perda de biodiversidade; reduzir as pressões diretas sobre a
biodiversidade e promover o uso sustentável; melhorar a situação da
biodiversidade, protegendo ecossistemas, espécies e diversidade genética;
aumentar os benefícios de biodiversidade e serviços ecossistêmicos para todos;
e aumentar a implantação, por meio de planejamento participativo, da gestão de
conhecimento e capacitação. O compromisso foi assinado por um
grupo de nações durante a 10° Conferência das Partes das Nações Unidas (ONU),
na Convenção da Diversidade Biológica, que ocorreu em 2010, na província de
Aichi, região de Nagoya, no Japão. Veja mais: http://www.mma.gov.br/perguntasfrequentes?catid=33

Mais informações à imprensa:
Bruno Bianchin Martim | [email protected]
Imaflora

Imaflora

Compartilhar

Envie seu comentário