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Instituto promove
transformações socioambientais a partir da certificação florestal e agrícola,
além de trabalhar políticas de desenvolvimento local
O Instituto de Manejo e
Certificação Florestal e Agrícola – Imaflora foi criado em 1995, na cidade de
Piracicaba, São Paulo, com a missão de promover transformações sociais e
ambientais a partir do desenvolvimento sustentável. Diferente de organizações
que lutam pela criação de reservas de proteção, o Imaflora acredita que a
preservação está no uso responsável dos recursos naturais. “O Imaflora entendeu
que uma boa estratégia de preservação é dar valor econômico à floresta” afirma
Luis Fernando Guedes, gerente de Certificação do instituto, setor que
desenvolve uma das principais ferramentas de implantação de melhores práticas
nos campos florestal e agrícola.
A Certificação Florestal é
uma prática internacional, que surgiu em 1993, e funciona como uma auditoria
que trabalha os aspectos ambientais e sociais de uma determinada empresa, grupo
ou pessoa que maneje uma área. A ideia é garantir que o processo produtivo está
dentro de um padrão de qualidade ecológico e social.  Guedes explica que a certificação é benéfica
tanto para o meio ambiente quanto para a empresa.  “Ao mesmo tempo em que promove práticas
responsáveis, o certificado agrega valor ao produto por dar transparência às
cadeias produtivas”, afirma.
O gerente de Certificação
conta, ainda, que, para instituir a atividade no Brasil, foi preciso
“tropicalizar” a certificação. “O Imaflora notou que, para funcionar aqui no
país, seria preciso adequar a certificação aos problemas locais. Foi necessário
abrasileirar a certificação”, diz.  Dados
do Imaflora mostram que em 2012 já existiam cerca de 150 empreendimentos
certificados ativos e que a procura por este serviço cresce a cada ano.
Empresas, associações,
comunidades e até mesmo pessoas responsáveis pelo manejo de uma área florestal
ou agrícola podem requisitar a certificação. Segundo a assessoria do Imaflora,
não é possível determinar um preço médio para este serviço, pois cada projeto
possui características e demandas particulares. Para aqueles que não possuem
verba suficiente para custear uma certificação, o Imaflora oferece políticas
especiais que subsidiam o serviço. “A certificação faz parte da missão do
Imaflora. Por isso, possuímos fundos para subsidiar auditorias para grupos de
menor acesso. A princípio, não negamos o serviço a ninguém, mas fazemos uma
avaliação para ver se a produção está preparada para a certificação e se vai
gerar benefício para a comunidade”, explica Guedes.


Como ação complementar à certificação, o Imaflora desenvolve trabalhos de
intervenção para implementar técnicas sustentáveis e socialmente responsáveis,
promovendo desenvolvimento de regiões florestais e agrícolas. “O trabalho com
cadeias produtivas pretende inserir cooperativas no mercado de forma
diferenciada, integrando produção e melhores práticas”, garante Guedes. Além
disso, o Imaflora também desenvolve ações para promoção de políticas públicas e
privadas que estejam relacionadas à produção e consumo responsável de recursos
naturais.


Para solicitar o serviço de certificação ou conhecer mais sobre os projetos
desenvolvidos pelo Imaflora, acesse:
http://www.imaflora.org/index.php

Matéria originalmente publicada em Globo Ação


Imaflora

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