REGISTRO DE DENÚNCIA

POR FAVOR PREENCHA OS CAMPOS ABAIXO

COMPARTILHE



Empresa que ergue 273 casas
populares no interior do Estado exige madeira certificada de seus fornecedores.



O mercado de madeira certificada no Brasil ainda é pequeno, principalmente
quando comparado à Europa, onde a cultura de se pagar mais para obter
madeira produzida dentro de padrões socioambientais é mais forte.
Entretanto, pouco a pouco, multiplicam-se por aqui as iniciativas no setor
de construção civil que buscam valorizar a procedência dos
materiais utilizados.


É o caso da cidade de São João da Boa Vista, interior do Estado de São Paulo,
onde 273 casas populares estão em construção. Lá, os
esforços contra a ilegalidade são pesados: toda madeira utilizada na
construção deve apresentar um certificado de procedência fornecido pelo IBAMA.


Trata-se do Documento de Origem Florestal, que informa de onde a
madeira saiu e qual trajeto percorreu até chegar ao canteiro de obra. Em
seguida, uma amostra é colhida e enviada para um laboratório confirmar a
espécie informada da árvore. Só aí a madeira é liberada para o uso. Cada
um desses documentos é guardado em um arquivo na Prefeitura,
possibilitando o rastreamento futuro.


Complementando a política pública, existe um selo verde fornecido pelo FSC®
br.fsc.org (Conselho de Manejo Florestal). Trata-se de um atestado reconhecido
internacionalmente que garante que a madeira cumpre um rol de exigências
ambientais, sociais e econômicas, auditadas por uma consultoria
independente.


Infelizmente, menos de 2% da madeira comercializada no Brasil possui esse selo,
mas a multiplicação de iniciativas como a de São João de Boa Vista tende a
estimular uma evolução nesse cenário.
Fonte: As Boas Novas  (Com informações do programa Globo
Ecologia
) / FSC Brasil

SP constrói bairro com madeira certificada
Imaflora

Imaflora

Compartilhar

Envie seu comentário