REGISTRO DE DENÚNCIA

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Gerd Sparovek, Laura Barcellos Antoniazzi, Alberto
Barretto, Ana Cristina Barros, Maria Benevides, Göran Berndes, Estevão do Prado
Braga, Miguel Calmon, Paulo Henrique Groke Jr, Fábio Nogueira de Avelar
Marques, Mauricio Palma Nogueira, Luis Fernando Guedes Pinto, Vinicius Precioso. Uma questão-chave para alimentos, biocombustíveis e
outros bioprodutos é como a produção agropecuária afeta a natureza e o
desenvolvimento socioeconômico. A questão é um desafio e opiniões muitas vezes
colidem.
 As últimas décadas têm mostrado melhorias no setor
agrícola em produtividade e eficiência, grandes reduções de desmatamento e o
crescimento da produção ambientalmente certificada, lado a lado de debates
sobre a proteção da natureza, como por exemplo, a revisão do Código Florestal
de 2012.
Apesar disto, os lados opostos continuam entrincheirados,
consolidando posições combativas.Uma troca estruturada envolvendo nove especialistas
ligados aos grandes interesses de produtores (pecuária, culturas, florestas
plantadas e carvão vegetal) e ONGs ambientalistas desenvolveu um método de
classificação de pontos de vista com quatro categorias:
(I) espaço compartilhado – com os interesses comuns que
consideram o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira;(Ii) espaço que serve o interesse exclusivo de
conservação da natureza;(Iii) espaço que serve o interesse exclusivo da produção
agropecuária; e(Iv) espaço que serve principalmente a sustentação da
disputa.
Concluímos que a maioria da ações concilia a produção e a
conservação, mas muito da opinião pública é formada por um aparente conflito
entre esses objetivos; e um debate que se tornou, pelo menos em certa medida,
um fim em si.
Confira na íntegra.

Bioprodutos no Brasil: disputas e concordâncias de uma agenda comum da agropecuária e proteção da natureza
Imaflora

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