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Por Eduardo Trevisan Gonçalves*

Desde 2008, o Imaflora tem trabalhado em capacitações de cooperativas e de associações de produtores de cacau no Sul da Bahia. Essas atividades fazem parte do projeto “Produção e Mercado de Cacau com Responsabilidade Socioambiental”. A partir desse ano, o instituto estenderá suas ações à Amazônia, mais especificamente a São Felix do Xingu (PA).  O município é o segundo maior do Brasil (atrás somente de Altamira) e localiza-se entre várias Terras Indígenas e Unidades de Conservação, além de ser banhado pelos rios Fresco e Xingu. A região onde está situado apresenta altas taxas de desmatamento e a pecuária predomina em grandes propriedades.
Através de capacitações, ensaios e intercâmbios, o objetivo do Imaflora e seus parceiros de projeto (CAPPRU**, IIEB***, Fundo Vale e Fundação Overbrook) é incentivar o manejo responsável do cacau, tanto do ponto de vista ambiental como social, trazendo benefícios a toda região.
Nativo da Amazônia, o cacau é uma mercadoria valorizada no mercado nacional e internacional, por isso, uma área expressiva do Estado do Pará têm sido destinada ao seu plantio nos últimos anos e tem propiciado renda a pequenos produtores. Outro aspecto favorável deste cultivo é que ele pode ser uma boa opção para recomposição de pastagens degradadas no Norte ou mesmo na Bahia, já que seu cultivo protege o solo e beneficia a biodiversidade. A cultura do cacau em consórcio com espécies arbóreas nativas também pode ser uma opção para recomposição de áreas de Reserva Legal.
Desse modo, o Imaflora pretende com esse projeto, criar uma referência de boas práticas no município de São Felix do Xingu (PA) que possa ser disseminada para outras regiões.
Imaflora

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